Hoje, os doentes chegam às consultas mais informados.
Mais ansiosos. Mais confusos.
A informação médica deixou de viver apenas em congressos e revistas científicas. Agora vive em:
- vídeos,
- redes sociais,
- podcasts,
- inteligência artificial,
- conteúdos consumidos em segundos.
E isso está a mudar o percurso da saúde para sempre.
O doente contemporâneo é cada vez mais complexo: acompanhando a evolução da ciência, apresenta múltiplos problemas e interações medicamentosas que desafiam médicos e doentes numa gestão cada vez mais exigente de tempo. Mas, nesta realidade, a humanidade permanece na pessoa, não na IA.